Dia de reflexão…
Estamos naquela altura em que muito boa gente aproveita para fazer uma reflexão sobre aquilo que fez e que lhe fizeram nos últimos tempos.
Uma espécie de post mortem de curto prazo da sua existência.
Confesso que não percebo este fascínio da reflexão.
É como fazer a autópsia de um tipo que tenha sido atropelado por um camião de oito rodados: sabemos que o indivíduo está morto e que as probabilidades de este continuar a descontar para o IRS são muito reduzidas (felizardo!); portanto é-nos perfeitamente indiferente se a sua morte se deveu a uma perfuração dos pulmões ou se simplesmente o cérebro deixou de funcionar depois de ter experienciado oito toneladas a passar-lhe por cima.
É como as reflexões de fim de ano. Por mais que a malta reflicta, o ano passou e já não volta. Por mais que isso vos custe, é a pura das verdades.
Se querem reflectir sobre a vossa existência não o façam agora, façam-nos todos os dias.
A melhor altura para uma reflexão existencial são as manhãs. Vocês acordam, meio estremunhados, cabelo desgrenhado, com um hálito desgraçado, e vão para a casa de banho olhar para a vossa reflexão no espelho. Se depois desta experiência ainda acharem que a vossa existência vale a pena, então continuem, diariamente, a fazer este tipo de reflexão.
Para aqueles que não gostam de uma reflexão tão crua, recomendo a reflexão de vitrine: a reflexão de vitrine serve para todos os que não aguentam a reflexão matinal.
Consiste em reflectir na montra do banco mais próximo de casa. Tem a vantagem de não se toparem as imperfeições na pele, nem as rugas de expressão, nem os pontos negros. O que não quer dizer que não estejam lá. Mas que se lixe, é apenas uma reflexão.
Para todos os que reflectiram neste último minuto comigo (a olhar para a vossa reflexão no ecrã do vosso PC), votem bem e em consciência.
Sejam felizes.
Voltei a ter o meu sonho recorrente.
O Isaltino está na Quinta das Nulidades a desbastar a Cinha em directo, sob vários ângulos da camera e fazendo-lhe crer que tem muito mais na Suíça do que aquilo que tem saído na Imprensa.
A Nélita é Presidente da República com a ajuda do Alexandre Frota e acaba de dissolver o governo encabeçado pelo Tino de Rans.
O partido comunista elege o Zézé Camarinha para substituir o Jerónimo.
O Carlos Cruz apresenta o 123 perante uma audiência de rapazinhos nus.
A Júlia Pinheiro, que já fez coisas inenarráveis com um burro que canta ópera, vai estar com Isaltino na Quinta das Nulidades.
A Manuela Moura Guedes volta a apresentar o Jornal da Noite de Sexta-Feira, mas não se percebe peva do que ela fala desde que fez a 27ª inclusão de silicone nos lábios – a cabeça pende-lhe perigosamente para a frente, e a pobre não consegue tirar a boca do laptop que lhe serve de ponto.
A Sede da Junta de Porto Salvo deslocalizou-se para o Bº dos Navegadores por este ser uma zona de referência no Concelho e deixar de ser necessário fretar tantos Autocarros para o transporte dos fregueses/eleitores de Porto dos Navegadores, “Salvo” se estiver enganado.
O actual Executivo da JFPS, aproveitando esta deslocalização, vai aproveitar para reenquadrar o resto da Freguesia, enquadrando-a no modelo “Mindelo”. Campanha Eleitoral?
O Pinto da Costa dirige uma casa de alterne masculino onde os empregados são ex-jogadores do Porto.
O “SLB” após falência, foi integrado no “Clube de Futebol os Belenenses”
O Sócrates emborca shots de cicuta para comemorar a próxima vitória eleitoral enquanto embirra com os sofistas, batendo-lhes repetidamente na cabeça com uma alheira de Mirandela
, na Terra do Isaltino onde também, aproveitando a boleia, comemora a próxima vitória eleitoral como candidato á Junta de Freguesia de Porto Salvo. (Os Candidatos actuais piraram-se, com o nosso Comandante LC)
Bem, tenho que deixar de beber mescal depois do jantar: os sonhos começam a assemelhar-se perigosamente com a realidade.
Boavida Pires
Parece evidente que o Dr. Pacheco Pereira tem inteira razão ao pedir que o assunto das alegadas escutas seja rapidamente esclarecido.
Enquanto este assunto se mantiver nublado, há um país ao qual podia ocorrer a ideia, mesmo como exercício hipotético, de o dr. Fernando Lima ter sido escolhido para fazer aquilo a que os brasileiros chamam – o "boi de piranha".
O país vai acreditar no que o Sr. Presidente disser. Mas parece evidente ser preciso, e muito urgente, que o Presidente mande explicar o assunto.
Há coisas fantásticas, não há?
A canção portuguesa ganha nova tonalidade com Sarah Brightman, que a canta em inglês.
Há coisas fantásticas, não há?
Entre um governo “release Beta” a prometer um - “agora é que vai ser”, e uma oposição "descafeinada", que – “se soubesse o que sabe hoje nem sequer tinha descalçado as pantufas”, a turma do democrata Louçã ameaça conseguir um feito: suplantar em esperteza saloia, os saloios que lhe vão entregar o voto por se acharem os mais espertos desta terrinha de cegos.
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A acontecer domingo o que algumas sondagens atribuem àquela idiotice barroca animada pelo Louçã, é ver-se confirmada a persistente demência que habita essa coisa a que chamam eleitorado: a inclinação doentia para frequentar os abismos mais estúpidos e miseráveis da política.
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Se não andarem muitos inquiridos a enganar as sondagens, e não é provável que andem, vamos assistir à confirmação da doença.
Um país que escolhe isto, merece o pior.
Dizem querer a Liberdade, mas depois têm medo de ser verdadeiramente livres.
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Retirado: Daqui
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai.
Guerra Junqueiro, sobre os portugueses, em 1896

A estatística é como os bikinis.
Aquilo que revela é sugestivo, mas aquilo que oculta é vital.
Aaron Levenstein

Se Deus quisesse que votássemos, tinha-nos dado candidatos.
Jay Leno

Recebi um Comentário de leitor Nuno Luís Sousa, que pelo seu valor de ideias, tomo a liberdade de o publicar:
"Somos a geração rasca ??? Ou apenas a geração sem padrões e que esqueceu a história mais recente ???È engraçado como uma expressão que á anos atrás me deixava indignado, no presente me parece tão identificativa da sociedade em que vivemos. Sou um daqueles jovens estudantes que marchou capital abaixo em protesto contra as politicas educativas da agora candidata ao governo do nosso pais… Sou um daqueles jovens que não tendo vivido, ouve e tenta apreender o que aconteceu na Revolução de Abril…Sou um daqueles jovens que ouve o Pai falar da guerra no Ultramar em que serviu e lutou pela Pátria…Sou um daqueles jovens que houve o avô e o tio falar da vida que teve e do que lutou para nos dar o que temos hoje como social.E sou afinal apenas mais um, de tantos que vive desde a célebre Revolução de Abril, acomodado ao meu espaço às decisões que os outros tomam por mim, e ainda critico o estado do Pais quando sou eu que realmente decido e escolho as pessoas que nos governam á décadas. -Votamos á décadas em duas cores partidárias e queixamo-nos do governo que temos… - Aplaudimos e damos poder a autarcas corruptos seguindo a lógica que, se eles ganham uns milhões para eles e os amigos ilicitamente, mas fazem o que é apenas a sua obrigação de fazer obra pelas juntas, câmaras que comanda, devemos votar neles pois são o melhor para o futuro e devemos esquecer o que é moralmente correcto. Merecemos o que temos, pois apesar de ainda não acreditarmos, se votarmos todos em convicção e não em campanhas e na cor de defendemos á anos sem saber porquê, pois se passamos a vida a queixar-nos é porque as escolhas não têm sido as melhores. Em Espanha, França, Alemanha o povo sai para a rua e luta ou pelo menos demonstra a sua tristeza aqui criticamos e de 4 em 4 anos voltamos ao mesmo e lutar é coisa do passado. Acho que é tempo de pelo menos em respeito dos que nos deram o nome e como dizem na Portuguesa “Ó Pátria sente-se a voz, Dos teus egrégios avós” pensarmos por nós, decidirmos por nós e quando for preciso ir para a rua por nós também. Este ano temos em vista um governo de 3 partidos caso vença o PS , pois mesmo coligando-se com o BE vai ainda precisar do apoio do PCP ou vice-versa , para atingir os 50,1 que precisa para aprovar as decisões que tome. Acho que talvez seja o mal menor e garante alguma concertação de ideias. Em relação a Oeiras embora o SR. Isaltino tenha feito obra, que também é o seu dever ao ser eleito e as pessoas começam a pensar que fazer obra é bom, quando é o mínimo expectável já que foi para isso que foi eleito, o que têm de pensar é quanto mais poderia ter feito se não tivesse os sacos azuis na Suíça. Pois se nos puserem 1,3 milhões numa conta na Suíça de certo teremos muitos parceiros e apoios para apresentar e fazer obra. Quanto a alternativas confesso ainda estar confuso. Nas freguesias, e falando na nossa de Porto Salvo os votos contam mesmo, pois podemos analisar o que foi feito e o que está por fazer. Podemos intervir, pois a junta é já ali, e é o único cargo elegível em que o cidadão pode sem a demagogia que todos podem ser ouvidos pelos ministros, deputados, etc., falar com o Presidente da Junta. Penso que dos candidatos que temos, o que está não merece mais tempo pois já o teve e diga o que disser o resultado está á vista de todos. O candidato que aparece mais bem colocado penso ser o Independente JD, temos a sua acção excelente nos Leões de porto Salvo e o que podemos pesquisar da sua carreira profissional. Que não são garantias mas dão mais certezas que o que temos agora. O plano apresentado parece-me bom a equipa têm pessoas de varias faixas etárias e núcleos e também de antigas listas e de várias zonas da freguesia o que também me parece essencial em círculos como as freguesias. O apoio do PS parece-me mais uma garantia de que têm apoio e capacidade pois senão teriam arranjado um candidato próprio. As restantes candidaturas aparecem mais atrás pois são nomes menos conhecidos na freguesia mas temos também que nos lembrar que a freguesia irá de certo ser constituída por elementos de todas as listas. Enfim é escolher bem para depois não estarmos a queixar-nos 4 anos de uma decisão que foi nossa e pensarmos que estamos a perder tudo o que foi ganho pelas gerações anteriores que de “rasca” não tiveram nada."
Nuno Luís Sousa
Um anúncio criado para efeitos de caridade na Alemanha está a gerar polémica internacional que na verdade pega na parte insignificante do vídeo, deturpa-a e ignora a questão central que é a Sida. Isto não é mais do que uma manobra de fazer com que as pessoas olhem para a distracção e não para a questão. Os vídeos são 3, e mostram imagens de sexo entre um homem e uma mulher, só isso levou a que os vídeos não passem na grande maioria dos países, e aqueles países menos pudicos não os passam devido aos actores usados. O vídeo até do Youtube foi banido. Deixo-vos com o mais polémico dos 3 vídeos:
Sim, o gajo representa Hitler. Agora a polémica não a entendo. Li em blogues, noticias, vi vídeos de pessoas a criticar esta campanha sob o argumento: "Não podemos usar Hitler para descrever a Sida", mas quem é que no seu perfeito juízo vê esta campanha como uma descrição da Sida? Esta campanha não diz que Hitler, Stalin e Saddam são a Sida. Esta campanha diz que a Sida tal como Hitler, Stalin e Saddam são assassinos em massa. E termina com a mensagem do costume "protege-te". Tem alguma lógica banir isto? Eu achei a campanha fantástica e apesar de achar a polémica ridícula, sei que está causar um efeito superior ao desejado, ou seja, conseguiu atrair a atenção do mundo. Não deixem que estas pessoas parvinhas de mentes fechadas vos afastem do tema. O assunto é a Sida, não é o Holocausto, Comunismo, Fascismo ou o diabo a sete. Os meus parabéns a quem teve esta excelente ideia.

Ontem na RTP, durante o 'Prós & Prós' assistiu-se ao debitar dos partidos "minis" que fartaram-se de fazer rir muita gente. Mas, o melhor texto do que se passou durante o programa pode ser lido num texto do Pedro Correia, um dos melhores jornalistas portugueses no activo. AQUI
Faz sentido apenas por uma fundamental razão: é assim que a maioria das pessoas continuam a rotular a acção política desenvolvida por pessoas, partidos ou governos.

Convenhamos no entanto que tal visão é redutora e, por outro lado, que os conceitos de esquerda e de direita já não têm exactamente o mesmo significado que tiveram noutros momentos. São, portanto, conceitos dinâmicos.
Explico porque a dicotomia esquerda / direita é redutora dando exemplos. Quem é a favor da eutanásia é de esquerda ou de direita? Quem é presidencialista é de esquerda ou direita? Quem é a favor da regionalização é de esquerda ou de direita? Enfim, podia continuar aqui por mais ½ hora a dar exemplos de situações em que encontramos pessoas de todo o espectro político quer a darem respostas positivas às questões enunciadas quer a manifestarem-se contra. As pessoas podem ser mais liberais ou mais conservadoras nos costumes, mais tradicionalistas ou mais progressistas na atitude cultural, mais cosmopolitas ou mais nacionalistas na forma como vêem o mundo e, ainda assim, nada disto ter a ver com o facto de serem de esquerda ou direita, conceito que está fundamentalmente ligado ao modelo de organização económica da produção.
Por outro lado, conforme referido, a esquerda de hoje é substancialmente diferente da esquerda de há 30 anos atrás, a qual até já admite o mecanismo de mercado como forma privilegiada da formação dos preços. Neste aspecto, a direita não mudou tanto mas, ainda assim, também se nota uma maior tolerância relativamente a certos valores que eram no passado considerados como tipicamente de esquerda.
Finalmente, é preciso ter presente que a dicotomia esquerda / direita também conduz a equívocos. Por exemplo, consideram-se de extrema-direita certos movimentos que, afinal, estão mais à esquerda que outros não considerados como tal. Sabiam que Mussolini foi socialista ou que Hitler passava a vida a barafustar contra a alta finança? Curioso, não é?
Conclusão: temos de continuar a usar esta dicotomia enquanto não for inventado outro barómetro político que, sendo de utilização simples, seja também mais abrangente.
Escrevo sobre ontem no debate da nação;
Não estão em causa a seriedade pessoal da drª. Ferreira Leite, as suas qualidades de carácter, ou a suas capacidades técnicas. Nenhum destes aspectos alguma vez esteve em dúvida.
O que está em causa são qualidades que pertencem a outro plano: a “Liderança”, e o “Carisma”, qualidades essenciais a um perfil político vitorioso.
Enquanto a qualidade de Liderança é inata, o carisma é uma qualidade que, em certa medida, pode ser construída ou ajudada a construir.
No caso da dra. Ferreira Leite, nem existe ali uma gota de “Carisma”, nem é possível achar-se nela uma centelha de “Liderança”.
A dra. Ferreira Leite nunca conquistou o partido. Foi empurrada para a liderança por falta de comparência de alternativas sérias, e porque, como noutros campos, também em política existe o horror ao vazio.
Desde o primeiro dia que intimamente se sabe que é uma líder frágil e de transição. Um perfil tipicamente “follower” não é, nem podia ser, portador de qualquer futuro.
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Desgraçadamente, para o país e para o PSD, não houve mais ninguém, das hipóteses que serviam, que quisesse chegar-se à frente.
O candidato Passos, em termos de liderança e carisma é como a dra. Ferreira Leite, mas sem a sua imagem de credibilidade. Nem ao mais experimental jamboree seria capaz de levar um agrupamento de escuteiros.
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A mudança só pode chegar com alguém que venha de fora do carreirismo. Eu acreditaria nas hipóteses de um empresário como Alexandre Relvas, assim ele estivesse para aí virado.
Como isso não parece poder acontecer tão cedo, o país que se prepare para mais um ciclo de Sócrates e do PS.
Daqui até ao final ainda podem haver surpresas. Até mesmo uma emergência que accione o “voto de condolências”, caso em que a hipótese de uma nova maioria absoluta não seria de descartar.
Se há por aí história mal contada é aquela de Adão e Eva no paraíso. Senão vejamos: Deus cria o Homem (entre outras coisas) e manda-o para o paraíso. Isto já de si é suspeito. Porque não o mandou para outro sítio qualquer? Porque não o mandou à merda?
Nunca saberemos, mas o que é certo é que o Homem lá foi diligentemente para aquilo que Deus convencionou por paraíso. Na realidade era um pardieiro vazio, sem interesse nenhum e completamente despovoado. Não fossem umas arvorezinhas aqui e ali e assemelhar-se-ia ao Alentejo profundo. Diz a história que Adão, farto de contar as árvores, que nem eram tantas como isso, meteu um requerimento a Deus para lhe arranjar companhia. Distraidamente Deus mandou-lhe uma ovelha e rapidamente descobriu o significado da contranatura. Decidiu então fazer um truque com uma costela de Adão, criando dali uma companheira para o entediado mamífero. Chamou-lhe de Eva.
Nem Sócrates contava tão mal uma história destas…
Nada como pertencer a uma minoria num Estado de regime democrático. É claro que tem as suas desvantagens (principalmente em governos que gostam de favorecer os amigos), mas pesando bem as coisas no prato da balança as vantagens são mais numerosas. Senão vejamos:
As minorias políticas podem chatear à brava a maioria e criticar tudo e mais alguma coisa, defendendo soluções que levariam qualquer membro da maioria directamente para o manicómio. A minoria tem esta confortável margem de não-realização que lhes permite prometer as coisas mais absurdas porque eles bem sabem que ninguém nunca os irá levar a sério. É por estas e por outras que o Bloco de Esquerda nunca será um partido de maioria – eles não querem! Só querem mesmo é chatear, e eu gosto de os ver chatear inconsequentemente. É uma espécie de Levanta-te e Ri, por malta que tem mesmo jeito para a comédia.
As minorias sexuais fazem lobby em nome de uma discriminação que cada vez mais não está lá. Nunca o lobby gay teve tanto poder nesta nossa telenovela mexicana, com a natural discriminação de que tanto acusaram os heterossexuais. Infelizmente as lésbicas estão uns anos luz atrás, o que significa que daqui a uns anitos vamos ter de levar com este filme outra vez. Há-de chegar o dia em que iremos ter a Hetero Parade, e programas de trash tv que caricaturam os heteros como se de aberrações se tratassem...
As minorias étnicas refugiam-se num estatuto de desprivilegiados, marginalizados e desapoiados para justificarem comportamentos que levariam qualquer indivíduo da maioria para a prisão, directamente, sem passar pela casa da partida. Ser minoria étnica dá-lhes, no seu entender, uma qualquer espécie de direito acima dos cidadãos comuns. Por este andar cada minoria étnica terá direito ao seu arrastão mensal. Os meus somalis agradecem.
Finalmente os portugueses, cada vez mais em minoria num país povoado por labregos. A julgar pelas minorias anteriores algo de bom está para acontecer aos portugueses. Só pode...
A
Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu um comunicado a alertar para o risco de uma nova pandemia designada por «gripe das árvores». Embora ainda não existam casos de contaminação de humanos a OMS alerta para o risco do vírus sofrer mutações rápidas que possam vir a ser prejudiciais para a saúde humana. Os primeiros focos de infecção de árvores surgiram na região de Tugunska, na Sibéria há 2 semanas atrás, tendo sido detectados novos casos esta semana na região de Innsbruck, na Áustria. A OMS acredita que com os movimentos migratórios das árvores, o risco se possa alargar a toda a Europa Ocidental no espaço de um mês.
A OMS alerta ainda para o facto do vírus se desenvolver a velocidades diferentes de espécie para espécie de árvore, havendo potencialmente árvores mais perigosas que outras. A estirpe mais letal parece ter-se desenvolvido no Carvalho, tomando a designação de «gripe do carvalho» mas existem outras espécies igualmente perigosas.
Portugal é, segundo a OMS, o país europeu melhor preparado para enfrentar a gripe das árvores, não porque tenha aprisionado vacinação suficiente para a sua população, mas porque tem paulatinamente dizimado pelo fogo a sua população de árvores nos últimos 10 anos. Só em 2007 arderam 300.000 hectares de árvores de variadas espécies, correspondendo a 25% do total de área ardida na Europa do Sul.
A Direcção Geral de Saúde (DGS) já emitiu uma circular a desdramatizar a situação, afirmando que o risco da gripe das árvores entrar em território português é mínimo, e embora estime que 6.000 portugueses possam vir a ser vítimas de quedas de árvores durante 2009, nada disso estará directamente relacionado com o vírus.
A DGS publicou entretanto no seu site uma lista de árvores que poderão constituir maior risco para a saúde pública e com as quais deveremos tomar precauções:
Carvalho – por poder conter a estirpe mais perigosa do vírus. Se virem um carvalho rouco ou com uma leve expectoração queiram reportar às autoridades locais.
Eucalipto – apresenta um risco elevado de contágio. Os sintomas do vírus são visíveis a olho nu, apresentando o eucalipto um tom esverdeado e escarrando copiosamente. Se o escarro for verde reportem às autoridades locais.
Pinheiro Manso – apresenta um risco nada manso e é a árvore com movimentos migratórios mais rápidos, podendo deslocar-se a uma velocidade de 2,5mm por hora. Se depararem com um pinheiro manso a lacrimejar seiva e a praguejar, informem as autoridades locais.
Sobreiro Alentejano – embora se mova muito muito devagar o risco de contágio é elevado, principalmente nas árvores que já foram descascadas. Os sintomas de contágio assumem a forma de arroto prolongado e de comichão nas partes baixas. Se detectarem um sobreiro a alucinar de comichão, reportem às autoridades locais.
Como não houve aprovisionamento de vacinas que cobrissem o total da população, a DGS recomenda a utilização da posologia tradicional, tendo colocado bidões de gasolina e serras mecânicas à disposição de todos os portugueses
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